segunda-feira, 30 de maio de 2011

Comer - Belgrano

BELGRANO

LUCUMMA (ceviches)
Con 11 variedades de ceviche en su carta (van desde el Nikkei, al afrodisíaco, pasando por el mejillones), en este restaurante del bajo Belgrano son especialistas en la materia. Probá el Ceviche Lucumma ($54): una torre de lenguado en leche de tigre y langostinos enteros, que logra un sabor suave y bien equilibrado con el cilantro. Atento a la dulce rodaja de camote, que preparan en una reducción de Fanta –sí, la gaseosa-. Porción abundante, se puede compartir.
(Olazábal 1679, Belgrano / T. 4784-9167)

PARU (ceviches)
En este fashioneta restaurante palermitano de corte Nikkei, que abrió sus puertas en 2009, podés probar media docena de ceviches distintos. Todos elaborados con pescados muy frescos y algún cruce de experiencias culinarias, de los sabores chifas a los clásicos de lima. Inclinate por el Yellow ($58), que sirven con cortes de atún o salmón fresco marinado en ají amarillo peruano, limón y toque especial, que no revelan. El sabor del ají es todo.
(Bonpland 1823 / T. 4778-3307)

LA ESMERALDA (confeitaria)
Inaugurada en 1935, La Esmeralda conserva un estilo clásico, señorial y de buen gusto: vitrinas de madera oscura y un empapelado con arabescos en tonos verdes y grises y detalles dorados. El local tiene un salón para tomar el té con masas y fosforitos. Entre sus recetas más antiguas, está la del postre Gallardo (merengue relleno de crema chantilly con durazno, ananá y frutilla cubierto por frutillas y medallones de chocolate) y la de las masas venecianas con simpáticas caritas de animales de azúcar. Para probar algo salado: los mini strudels de panceta y queso gruyere.
www.confiterialaesmeralda.com/ (Avenida Juramento 2123/25, Belgrano)

RITZ (confeitaria)
La confitería Ritz es el imperio de los sándwiches de miga. El pan es fresco y bien aireado. Los rellenos son multitud: de palmitos, de atún, de salmón, de jamón crudo, de queso, de lechuga, de huevo, de pavita y hasta de durazno, entre otros. Todos se pueden combinar entre sí. Lamentablemente, el toque de distinción del nombre (que remite al hotel parisino famoso por su refinamiento y perfección) no coincide con la ambientación de vitrinas y mesas baratas. Los productos son de buena calidad, aunque la abundancia de detalles decorativos confunde. En cuanto a lo dulce, la torta Mil Hojas asegura una presentación sobria y un sabor delicioso.
http://www.confiteriaritz.com.ar
(Avenida Federico Lacroze 2425, Belgrano)


DOPPIO ZERO
Muchos ricos platos en Doppio Zero, el pequeño restó italiano que recientemente se mudó a la vuelta de su locación original.Maravilloso su ossobuco a la milanese, sus huevos al tartufo y las endivias gratinadas. Pero no podemos obviar sus pastas.

Nos quedamos con los ravioles de rosbif, que es estofado en hierbas durante doce horas. Durante algún tiempo los salteaban en manteca y salvia, pero ahora los sirven en brodo (caldo) de carne y se comen con cuchara. Se le agregan apenas unas pocas hebras de parmesano, y listo. Sabores simples y honestos. De los mejores platos de pasta rellena de la ciudad.
Ravioles de rosbif: 44 pesos.

Akman, socio propietario trabajó en Barcelona entre 2000 y 2003. No Doppio Zero se puede pedir a la carta ou um menu desgustação con la propuesta casi lúdica de Akman. “La gracia está en que la gente se divierte –afirma- porque vos le das de comer en el momento. Cuando llega a Doppio y le preguntás qué le gusta y qué no, enseguida les propongo hacer el menú degustación en el que vas a probar los platos más importantes de la carta”. Si ya lo hiciste una vez, te cambian los platos para que puedas hacer una comida a la italiana, del antipasto a los postres, pero con sabores nuevos.
(Soldado de la Independencia 1238, Belgrano / T. 4899-0162

SUCRE
A casa fica num grande cubo de concreto com pé-direito alto e clima moderninho. Tão contemporâneo quanto o ambiente, o menu tem ingredientes que parecem não combinar – mas só parecem. Pratos como o peixe em crosta de azeitonas e mostarda sobre cama de batata e maçã surpreendem pelo equilíbrio. $$$$
(Calle Sucre, 676, 4782-9082; 12h/16h e 20h/1h; Cc: A, D, M, V)

Fontes: Joy e outro

Passeio:
Linha D do metro, até Juramento
Descer em Olleros e ir a pé até Cabildo
Lojas no trecho entre Monroe e La Pampa.
Siga pela Cabildo até Juramento.
Plaza Manoel Belgrano
Museo de Arte Espanol
Museu Historico sarmiento
Desca ate Arribanos – Chinatown
Barrancas de Belgrano

Vinhos - Malbec

Nem todos os Malbecs são iguais: 6 vinhos de personalidade própria e ótimos preços!
O Malbec é o vinho tinto argentino por excelência, e dentro de sua proposta típica, alguns rótulos destacam-se com uma "personalidade" diferente dos demais. E o melhor: estes tem ótimos preços! Veja onde encontrar e quanto custam no Brasil.

1. MARCUS MALBEC 2008 (No Brasil, chega com o rótulo HUMBERTO CANALE: Grand Cru, R$ 39)
Uma surpresa na prateleira dos vinhos de custo mais acessível. O Malbec da Patagônia tem a seu favor um frutado e um vegetal muito aromáticos, com uma acidez invulgar e refrescante. Você pode argumentar que "esteticamente" é uma distorção do Malbec típico, mas quando você o prova, é impossível imaginá-lo numa mesa de amigos, porque ele é um sério candidato para um interminável churrasco de fim de semana.

2. LOS CARDOS MALBEC 2009 (Grand Cru, R$ 35)
Como é que a Doña Paula pode obter este nível de elegância, fruta e sabor no fim de boca neste vinho, mesmo produzindo grandes quantidades? É um mistério! É um dos Malbecs mais destacados do mercado. Sua força aromática o obriga você a abrir os olhos para perceber o seu perfume e sua suculência. Um vinho fora de série nas prateleiras e que costuma ter ótimos preços nas cartas dos restaurantes.

3. ALTO LAS HORMIGAS 2009 (Mistral, R$ 35)
Este é o tinto que definiu o estilo padrão do Malbec argentino no mercado internacional. Antes dele, os vinhos Malbec queriam ser fáceis e amigáveis. Mas quando o Alto Las Hormigas apareceu, as coisa mudaram. Em 2009, chegou a sua décima colheita, e como diz David Bowie: "não importa o passar dos anos, ele é sempre moderno". Seus destaques ficam nos aromas ricos e típicos, seguido de taninos macios que enchem o palato.

4. NORTON RESERVA 2007 (Winebrands, R$ 58)
Não é à toa que ele foi incluído entre os 100 melhores do mundo pela revista Wine Spectator. A Norton faz um grande esforço para produzi-lo, possibilitando que você receba é uma pérola de cor violeta, frutada e com aroma picante, que oferece ainda um paladar sofisticado, que fez escola: carnoso, com taninos suaves e final frutado, que repercute no fundo da boca por um longo tempo. Um Malbec de referência que a Argentina consegue fazer mais de um milhão de garrafas.

5. RICARDO SANTOS MALBEC 2008 (70 Pesos)
Quando se fala em Malbec de autor e com personalidade é inevitável mencionar Ricardo Santos, um homem de larga experiência no vinho argentino. Seus vinhos são elaborados com uvas provenientes de Lujánde Cuyo, e são macio e leves, mas também complexidade aromática que lembram ameixa e um pouco de pimenta preta, enchendo a boca com aquela rara combinação de "simpatia e boa aparência" dos clássicos. Não ostenta nenhuma modernidade, mas um caráter pacífico e singular para quem se entrega a experimentá-lo.

6. ALTOCEDRO RESERVA 2008 (Magnum, R$ 90)
Este vinho tem um segredo: nas palavras de Karim Mussi, seu enólogo, ele foi fermentado com uma porção de Semillon (uvas brancas), portanto, é especialmente leve, mas ainda um tinto fluido e profundo em sua estrutura. O que eu mais gosto neste Malbec é que ele não é como os outros: oriundo de La Consulta, coloca em si um selo aromático distinto. Apesar do preço ser alto, é um vinho para ter à mão quando você quiser algo diferente em termos de Malbec.

Fonte: Joy

Vinhos Argentinos

Conheça os vencedores regionais da Argentina, do DWWA 2011, premiação anual promovida pela revista inglesa Decanter:

Argentina Malbec over £10:
Sophenia, Synthesis The Blend, Tupungato, Mendoza 2008

Argentina Malbec under £10:
Bodegas Santa Ana, La Mascota Malbec, Cruz de Piedra, Mendoza, Argentina 2009

Argentina Red Single Varietal over £10:
Zuccardi, Emma Zuccardi Bonarda, Santa Rosa, Mendoza, Argentina 2009

Argentina Red Single Varietal under £10:
Argento, Bonarda, Mendoza, Argentina 2010

Argentina Red Bordeaux Varietal over £10:
Bodega Catena Zapata, Catena Appelations Cabernet Franc, El Cepillo, Mendoza 2009

Argentina Red Bordeaux Varietal under £10:
Viñalba, Patagonia Cabernet-Merlot, Argentina 2009

Argentina White Single Varietal under £10:
Etchart, Privado Torrontés, Salta, Argentina 2010

Os 40 melhores vinhos argentinos da safra 2007 até US$20

Relação dos vinhos (por país) da safra 2007 (a de maior disponibilidade no mercado) e de ótima relação preço x qualidade.

* A sequência em cada linha significa: safra, nome do vinho, pontuação, maturidade, preço (US$):

2007 Fabre Montmayou Malbec Gran Reserva 92 Young 19
2007 Flechas de Los Andes Gran Malbec 92 14-30
2007 Renacer Enamore 92 Young 20-32
2007 Tikal Patriota 92 18-23
2007 Alta Vista Malbec Terroir Selection 91 Young 17
2007 BenMarco Malbec 91 20
2007 Bodegas Catena Zapata Malbec 91+ Young 17-25
2007 Vina Cobos Felino Merlot 91 Mature 17
2007 Vina Cobos Felino Cabernet Sauvignon 91 18
2007 Vina Cobos Felino Chardonnay 91 Mature 19
2007 Vina Cobos Malbec El Felino 91 Early 17
2007 Alma Negra Sparkling Chardonnay 90 Mature 18-19
2007 Benegas Malbec Estate 90+ Young 20
2007 Bodega Fin del Mundo Malbec Reserva 90 Early 19
2007 Bodega Goulart Malbec Reserva 90 Early 19
2007 Bodega Monteviejo Lindaflor Chardonnay 90 Mature 20
2007 Bodegas Catena Zapata Cabernet Sauvignon 90 Mature 13-20
2007 Bodegas Catena Zapata Chardonnay 90 Mature 15-30
2007 Calathus Chardonnay 90 Mature 18
2007 Clos de Los Siete 90 Early 13-19
2007 Crios de Susana Balbo Cabernet Sauvignon 90 Mature 12-16
2007 Crios de Susana Balbo Malbec 90 15
2007 Crios de Susana Balbo Syrah 50% Bonarda 50% 90 Mature 12-16
2007 Crios de Susana Balbo Torrontes 90 Old 15
2007 Dona Paula Sauvignon Blanc 90 16
2007 Dona Paula Malbec Estate 90 Early 18
2007 Familia Schroeder Malbec 90 19
2007 Familia Zuccardi Malbec Q 90 20
2007 Finca Sophenia Malbec Reserve 90 Early 18
2007 Francois Lurton Gran Lurton Corte Friulano 90 Old 18
2007 Francois Lurton Pasitea 90 Mature 18
2007 Luigi Bosca Cabernet Sauvignon Reserva 90+ Early 18
2007 Luigi Bosca Pinot Noir 90 Mature 20
2007 Luigi Bosca Syrah Reserva 90 Young 17
2007 Malbec de Angeles Malbec Single Vineyard 90 Early 17
2007 Michel Torino Torrontes Don David 90 Old 18
2007 Naos Malbec Reserve 90 18
2007 Nieto Senetiner Chardonnay Viognier 90 Mature 15
2007 Verum Chardonnay 90 Mature 20
2007 Vina Alicia Cabernet Sauvignon Paso de Piedra 90 17

O site Wine of Argentina divulgou uma lista dos Melhores vinhos argentinos pela Wine Spectator:

Bodega Monteviejo Lindaflor 2008, Uco Valley, Mendoza, 100% Chardonnay

Bodega Colomé 2008, Calchaquí Valley, Salta, 100% Torrontés

Bodega Noemia A Lisa 2008, Rio Negro, Patagonia 90%Malbec 10%Merlot

Urban, Malbec 2007, Uco Valley, Mendoza 100% Malbec

Valentin Bianchi, Particular Malbec 2007, San Rafael, Mendoza 100% Malbec

Alta Vista Atemporal Blend 2007, Mendoza 43% Malbec, 36% Cab Sav e 11% Syrah

Renacer Enamore 2007, Mendoza, 60% Malbec, 23%Cab Franc, 10% Cab Sav, 4% Syrah, 3% Bonarda

Vinhos recomendados - Joy 2011

1. Callia Reserve Torrontés 2010 ($27)
Es el primer Torrontés que Callia pone en el mercado. Moderno de cabo a rabo, desde el vamos es un blanco que está un paso más allá de la media en su precio, con una rara y rica combinación de aromática floral y boca voluminosa, elegantemente compensada con un paso fresco y lleno de vitalidad. Bien frío, es un bálsamo delicioso para empezar una cena con un tapeo y seguir hacia los principales sin otra escala que la segunda botella.

2. Amalaya Tinto 2009 ($52)
Este vino es un viejo conocido de los que compran relación precio-calidad. En base a esa ecuación se ganó su lugar en el mercado, primero de la mano de Bodega Colomé, y ahora con su propia bodega, Amalaya, también nucleada en la Hess Family Wines. Ubicada en Cafayate, el cambio de sede no cambia el espíritu del vino. Más allá de un nuevo y fresco restyling de la marca, el tinto sigue siendo fragante, con un trazo espaciado y una rica acidez que le da vida al paladar.

3. Altos Las Hormigas Valle de Uco 2009 ($98)
Si hasta ahora Altos Las Hormigas desarrollaba blends zonales para sus vinos varietales –es decir, combinando Malbecs de distintas regiones- ahora lanza su “Proyecto Terruño”, que busca elaborar Malbecs discriminados por origen. El que más nos gustó es este, que presenta fruta roja y potencia aromática, combinada con esa sensación abierta los vinos del Valle de Uco. En boca, es un tinto como los que hace su enólogo Alberto Antonini: elegante y profundo, con taninos moderados y jugosos.

4. Fin Malbec 2008 ($100)
Los Single Vineyard son una tendencia importante dentro de los vinos nacionales. Por un lado, marcan una apuesta seria por el terruño, y por otro, una voluntad de las bodegas por valorizar sus viñedos, precisamente en un momento en que el origen de los vinos comienza a perfilarse como una alternativa al varietalismo dominante. Bodega del Fin del Mundo presentó su línea Fin Malbec en 2009 y esta añada es impetuosa, expresiva y contundente. Si te gustan los vinos high impact, te sorprenderá.

5. Finca La Papay Pinot Noir 2010 ($35)
El Pinot Noir se embarca hacia una nueva era en la Argentina. Si hasta ahora tenía ejemplares erráticos, las nuevas selecciones clonales que entran en producción perfilan un nuevo modelo de vino, del que Finca La Papay es un ejemplo perfecto: el color está apenas subido respecto a lo que uno espera de un Pinot, pero su perfume es impactante, exótico, con frutas y raras notas herbales; al paladar es blando, armonioso e intenso. Una ecuación que dará que hablar.

6. Dante Robino Syrah 2009 ($40)
Es el primer varietal Syrah que la bodega pone a la venta en la línea Dante Robino. Fue elaborado con uvas de Santa Rosa, en el este de Mendoza, una región cálida de la provincia ideal para este varietal, parecida a San Juan. De ahí que siga los pasos de los Syrah sanjuaninos: color sostenido, profundidad de perfume –siempre en la gama frutal-, y un paladar suave y voluminoso. Conviene airearlo bien al principio para que demuestre todo lo que tiene para dar.

7. Atilio Avena Malbec Reserva Roble 2008 ($55)
Esta bodega es legendaria para los que buscan relación calidad precio. Supo conquistarlos con su recordado Malbec Roble 1996 y ahora tienta a ascender en calidad y precio, con esta nueva línea de Reserva Roble. El Malbec es un rico ejemplar, con una aromática compleja y frutal, en donde la madera es evidente y el paso voluminoso gana en contaste con su buena acidez. Sabrá acompañar a quien busque una buena etiqueta alternativa.

8. Artezin Zinfandel ($150)
En el mercado local se ven cada vez más vinos importados. Es que los precios de algunas etiquetas de alta gama nacional hacen que sea tentador beber vinos de afuera y darse un gusto. Es el caso de este vino típicamente californiano, que la Hess Family Wines importa directamente de su bodega en Napa Valley. Zinfandel es una variedad croata, da un vino exótico –intenso y suave al mismo tiempo- y en nuestro país no hay nada parecido: rico y raro.

Conheça os vinhos argentinos que receberam medalhas de ouro na tradicional competição anual promovida pela revista inglesa Decanter:

Altos Las Hormigas Mendoza Malbec 2010
Luján De Cuyo, Mendoza, Argentina

Bodega Amalaya Ascencion Reserva Malbec 2009
Cafayate, Salta, Argentina

Bodega Amalaya Esperanza Por un Mi (agro) Ca (chaqui) 2010
Salta, Argentina

Catena Zapata Cabernet Sauvignon 2009
Agrelo, Mendoza, Argentina

Domaine Jean Bousquet Malbec 2010
Tupungato, Mendoza, Argentina

Dominio del Plata Zohar Malbec 2010
Mendoza, Argentina

Dominio del Plata Zohar Tannat 2009
Mendoza, Argentina

Finca Flichman Paisaje de Tupungato 2008
Mendoza, Argentina

Navarro Correas Structura Ultra 2007
Mendoza, Argentina

Pascual Toso Reserve Malbec 2008
Maipú, Mendoza, Argentina

Rj Vinedos Joffré E Hijas Premium Malbec 2007
Uco Valley, Mendoza, Argentina

Santa Ana La Mascota Cabernet Sauvingon 2009
Cruz De Piedra, Mendoza, Argentina

Santa Julia Reserva Cabernet Sauvignon 2010
Mendoza, Argentina

Terrazas de los Andes Reserva Malbec 2008
Mendoza, Argentina

Viña Cobos Bramare Cabernet Sauvignon 2009
Luján De Cuyo, Mendoza, Argentina

Viña Cobos Felino Cabernet Sauvignon 2009
Luján De Cuyo, Mendoza, Argentina

Zorzal Climax The Blend 2008
Tupungato, Mendoza, Argentina

Zuccardi Alambrado Bonarda 2010
Mendoza, Argentina

Fonte: http://vinhosemaisvinhos.blogspot.com


Lista:


Vinhos Argentinos

CHARDONNAY Y TORRONTES
ALAMBRADO CHARDONNAY ($47)
ALAMOS SELECCION DE VIÑEDOS CHARDONNAY ($40)
Alma Negra Sparkling Chardonnay 90 Mature 18-19
Calathus Chardonnay 90 Mature 18
Callia Reserve Torrontés 2010 ($27) - blanco
Catena Zapata Chardonnay 90 Mature 15-30
Colomé 2008, Calchaquí Valley, Salta, 100% Torrontés
COSECHA TARDIA DE NORTON – Chardonnay – 20 pesos
Críos de Susana B Torrontés (2010, $60). Dominio del Plata
FAMIGLIA BIANCHI CHARDONNAY 2010 ($60)
Kaiken Cabernet Sauvignon 2008 ($45)
La Mascota Cabernet Sauvignon 2009 ($80).
LATITUD 33 CHARDONNAY ($22,50)
Monteviejo Lindaflor 2008, Uco Valley, Mendoza, 100% Chardonnay
Monteviejo Lindaflor Chardonnay 90 Mature 20
SALENTEIN CHARDONNAY 2010 ($60)
Torrontés Riojano (2010, $60) Giménez Riili
Verum Chardonnay 90 Mature 20
XUMEK CHARDONNAY 2010 ($40)


TINTOS
Altocedro Tempranillo (2010, $42)
Amalaya Tinto 2009 ($52)
Argento, Bonarda, Mendoza, Argentina 2010 Varietal Red
Benmarco Cabernet Sauvignon 2008 ($100). Dominio del Plata
Bodega Catena Zapata, Catena Appelations Cabernet Franc, El Cepillo,
Cabernet Franc Reserva Lamadrid (2007, $66).
Cabernet Sauvignon Latente Reserva
Carmelo Patti Cabernet Sauvignon 2003 ($98)
Catena Zapata Cabernet Sauvignon 2009
Catena Zapata Cabernet Sauvignon 90 Mature 13-20
Crios de Susana Balbo Cabernet Sauvignon 90 Mature 12-16
Luigi Bosca Cabernet Sauvignon Reserva 90+ Early 18
Luigi Bosca Pinot Noir 90 Mature 20
Luigi Bosca Syrah Reserva 90 Young 17
Perpetuum Merlot 2008 ($78). Giménez Riili
Pinot Noir de Patagonia (2008, $76).
Santa Ana La Mascota Cabernet Sauvingon 2009
Santa Julia Reserva Cabernet Sauvignon 2010
Saurus Pinot Noir 2009 ($45)
Tempranillo Alba (2009, $62)
Vina Alicia Cabernet Sauvignon Paso de Piedra 90 17
Viña Cobos Bramare Cabernet Sauvignon 2009
Viña Cobos Felino Cabernet Sauvignon 2009
Vina Cobos Felino Cabernet Sauvignon 91 18
Vina Cobos Felino Merlot 91 Mature 17

MALBEC
Alta Vista Atemporal Blend 2007, Mendoza 43% Malbec,
Alta Vista Malbec Terroir Selection 91 Young 17 2007
Altocedro Malbec Año Cero 2010 ($42)
ALTOCEDRO RESERVA 2008 (Magnum, R$ 90) (2008, $75)
ALTOs LAS HORMIGAS 2009 (Mistral, R$ 35) Malbec
Altos Las Hormigas Mendoza Malbec 2010 Luján De Cuyo
Altos Las Hormigas Valle de Uco 2009 ($98) Malbec
Amalaya Ascencion Reserva Malbec 2009
Amalaya Esperanza Por un Mi (agro) Ca (chaqui) 2010
Atilio Avena Malbec Reserva Roble 2008 ($55)
Benegas Malbec Estate 90+ Young 20
BenMarco Malbec 91 20
Callia Reserve Malbec 2008 ($25)
Catena Zapata Malbec 91+ Young 17-25
Clos de Los Siete 90 Early 13-19
Crios de Susana Balbo Malbec 90 15
Crios de Susana Balbo Syrah 50% Bonarda 50% 90 Mature 12-16
Crios de Susana Balbo Torrontes 90 Old 15
Dante Robino Bonarda 2008 ($37)
Domaine Jean Bousquet Malbec 2010
Domingo Molina Cabernet Sauvignon 2006 ($98)
Dominio del Plata Zohar Malbec 2010
Dominio del Plata Zohar Tannat 2009
Dona Paula Malbec Estate 90 Early 18
Fabre Montmayou Malbec Gran Reserva 92 Young 19 2007
Familia Schroeder Malbec 90 19
Familia Zuccardi Malbec Q 90 20
Fin del Mundo Malbec Reserva 2007 ($50)
Fin del Mundo Malbec Reserva 90 Early 19
Fin Malbec 2008 ($100) - Los Single Vineyard
Finca Flichman Paisaje de Tupungato 2008
FINCA LA LINDA
Finca La Papay Pinot Noir 2010 ($35)
Finca Sophenia Malbec Reserve 90 Early 18
Flechas de Los Andes Gran Malbec 92 14-30 2007
Francois Lurton Gran Lurton Corte Friulano 90 Old 18
Francois Lurton Pasitea 90 Mature 18
Gala 4 2008, by Luigi Bosca ($160)
Goulart Malbec Reserva 90 Early 19
Lamadrid Malbec 2009 ($46).
Lamadrid Malbec Gran Reserva (2005, $110)
Latente Malbec 2009 ($24).
LOS CARDOS MALBEC 2009 (Grand Cru, R$ 35)
Lunta Malbec 2008 ($78)
MALAMADO – Oporto - 85 pesos.
Malbec de Angeles Malbec Single Vineyard 90 Early 17
Malbec Reserva (2007, $252). Giménez Riili
Manos Negras Malbec 2006 ($76).
MARCUS MALBEC 2008, R$ 39)
Michel Torino Torrontes Don David 90 Old 18
Naos Malbec Reserve 90 18
Navarro Correas Structura Ultra 2007
NEW AGE - New Age cuesta 17 pesos.
NIETO SENETINER BONARDA EDICION LIMITADA 2007 ($165)
Nieto Senetiner Chardonnay Viognier 90 Mature 15
Noemia A Lisa 2008, Rio Negro, Patagonia 90%Malbec 10%Merlot
NORTON RESERVA 2007 (Winebrands, R$ 58) Malbec
Pascual Toso Reserve Malbec 2008
Perdriel Caramañola ($36)
Renacer Enamore 2007, Mendoza, 60% Malbec 92 Young 20-32
RICARDO SANTOS MALBEC 2008 (70 Pesos)
Rj Vinedos Joffré E Hijas Premium Malbec 2007
Santa Ana, La Mascota Malbec, Mendoza, 2009
Septima – Gran Reserva (Blended)
Sophenia, Synthesis The Blend, Tupungato, Mendoza 2008  Malbec
Tempus Alba Malbec 2009 ($62).
Terrazas de los Andes Reserva Malbec 2008
Tikal Patriota 92 18-23 2007
Trez Malbec 2007 ($120).
Urban, Malbec 2007, Uco Valley, Mendoza 100% Malbec
Valentin Bianchi, Particular Malbec 2007, San Rafael, Mendoza 100% Malbec
Vina Cobos Malbec El Felino 91 Early 17
Viñalba, Patagonia Cabernet-Merlot, 2009 Red Bordeaux Varietal under £10
Zorzal Climax The Blend 2008
Zuccardi Alambrado Bonarda 2010
Zuccardi, Emma Zuccardi Bonarda, Santa Rosa, Mendoza 2009 

Comer - San Telmo

LA VINERIA DE GUALTERIO BOLIVAR
Comer ali é sempre uma surpresa: o cliente escolhe entre os menus degustação de nove e de 14 etapas, com a possibilidade de harmonização com vinhos. As receitas, que são criadas dia a dia, ficam detalhadas numa pequena lousa. A única certeza que se tem é de que a sequência será ousada: pode ser, por exemplo, dia de bochecha de vaca com quinua ou de carne de porco com espuma e gelatina de maçã. $$$$$

La invitación al World Gourmet Food Festival de Bangkok a Alejandro Digilio marcó uno de los eventos gastronómicos del año. A la vuelta de este y cualquier viaje, su casa sigue estando en San Telmo donde mantiene su cocina de vanguardia, su trabajo a la vista y sus platos creativos.
El menú de 16 pasos (250 pesos, sin vino) que propone La Vinería es un viaje. Casi tres horas de un tour gastronómico de vanguardia saltando de ración en ración. Nada parecido a lo que estamos acostumbrados a ver y probar.

Alejandro Digilio, su chef y propietario, interpreta el sentido general de la gastronomía molecular y plantea un menú en el que se pasa por la sorpresa, la admiración y la duda franca. “¿Cómo se hace tal plato?”, “¿de dónde proviene ese gusto inclasificable?” son algunas de las preguntas que se formula el comensal. Es costoso porque emplea técnicas muy diversas a lo largo de todos los pasos. “Métodos al servicio del placer”, sostiene Digilio. En la lista de vinos, hay etiquetas de alta gama (por encima de los 150 pesos) y otros de precio medio. El lugar tiene capacidad para 20 cubiertos y sorprende por su austeridad: la atención al detalle en cada uno de los platos no es la misma que se le presta a la ambientación, que podría mejorar. Cuestiones estéticas al margen, es el mejor establecimiento de Buenos Aires para introducirse al abecé de la cocina molecular.
(Calle Bolívar, 865, 4361-4709; 3ª/dom 13h/16h e 21h/0h; Cc: A, M, V)

MORENO
"Cochinillo al vacío; cocción 11 horas a 72°C con salsa de ajos, ketchup oriental, papardelle con salsa Alfredo" / $ 75
La vanguardia molecular no podía faltar. Aquí, tanto más oneroso que el cochinillo resulta su delicado tratamiento: nada menos que once horas de cocción controlada por una brigada de alta cocina. El modus operandi es casi clínico. La porción se cuece sellada al vacío (lo cual requiere una máquina especial) y se deposita en lo que Dante Liporace (chef de Moreno) define como “la Ferrari de los hornos”, un convector especial para cocinarlo a 72 grados. El valor del aparato ronda los 20 mil euros. El cochinillo sale -y sabe- perfecto. La baja temperatura no destruye las células de la carne, por eso quedan rosadas, jugosas, y -literalmente- se deshace en la boca. El plato se completa con salsa de ajos, ketchup oriental y unos papardelle amasados a mano, rociados con la salsa Alfredo, la vía láctea de las salsas: manteca, parmesano y crema.
Moreno 372, San Telmo / T. 5291-2380 / 8890

SAGARDI
"Cogote de merluza a la Donosthiarra, abierto a la parrilla con las ventrescas y el lomo, un restito de aceite de oliva, láminas de ajo cocido, guindillas y perejil fresco" / $136
Un referente de la cocina vasca que este año abrió su casa en San Telmo. Al lado de su enorme barra de pinchos se ve un asador alimentado con carbón de quebracho grande. Pasan por allí casi todos los platos de la carta, como este cogote de merluza, que sale de una pieza de tres kilos, recién salida del mar. La cosa es así: depositan al grill la gran cabeza abierta al medio, con parte del lomo y su ventresca (vientre del pescado), condimentado con sal marina. La asan brevemente, la retiran y la reposan rociándola con vinagre de manzana. La Donhostiarra es una preparación que se elabora en el momento: un fondo generoso de Eliá Blend (oliva extra virgen de primera calidad, coupage de aceitunas seleccionadas de diferentes variedades) donde sofríen las guindillas (sabrosos pimientos picantes traídos de España), láminas de ajo y perejil fresco. Un plato de pescadores, sencillo pero no simple, que aquí cobra una dimensión de lujo.
Humberto Primo 319/333, San Telmo / T. 4361-2538

ARAMBURU
Para quem quiser testar um bom restaurante francês, com direito à menu degustação. El chef Gonzalo Aramburu (discípulo de Daniel Boulud) ofrece unos 11 pasos, lo que además, le permite “hacer la cocina creativa que le gusta”, según explica el joven que usó varias sartenes con dos y tres estrellas Michelín en Europa.
(Calle Salta, 1050. San Telmo. Telefone: 4305.0439. http://www.arambururesto.com/)

M (nikkei)
En un edificio del siglo XIX, donde funcionaba la clásica tanguería Michelangelo, se instaló este restó de cocina Nikkei. Con diferentes salones, el lugar contrasta su ambientación moderna con paredes de ladrillo a cal y canto y techos abovedados.
La carta es amplia: se ve lo japonés en nigiris, sashimis y makis de autor, lo peruano en los ceviches, y la fusión en platos como el Takyaki (un Tacu Tacu con mariscos Nikkei al wok).

Excelente barra de tragos y carta de vinos. Opción ideal para una salida fashion.Tiraditos, com o polvo em textura perfeita, mas um salmão com sabor completamente escondido pelo molho forte de maracujá. Ceviches. Apenas ok. E o tempura: melhor prato da noite.
(Balcarce 433, San Telmo / T. 4331-3879)

DOBAK TEK (Croata)
Los croatas no sólo inventaron las corbatas. También tienen su cocina nacional representada por este pequeño reducto ubicado en San Telmo, administrado por la familia Rusendic.
La cocina es un poco hipercalórica pero de factura casera y muy sabrosa. Como entradas ofrecen leberwurst y un fiambre de cerdo ahumado. Después, gulash, ajíes rellenos o un codillo de cerdo de tamaño obsceno, acompañado por una parva de chucrut. Pero la especialidad de la casa son los strudel, dulces o salados, hechos con una masa grande como una sábana y fina como una estampilla que las mujeres de la familia amasan con sorprendente destreza.Entre 50 y 60 pesos per cápita.
(Av. San Juan 548, San Telmo / T. 4307-5235)

Café San Juan
Si algo les faltaba a los bistrós para consumar su revancha era llegar a la televisión. Y en 2010 Café San Juan lo hizo con su cocinero Leandro Cristóbal consagrándose como el más rockero de los chefs catódicos. Felizmente nada cambió en el Café, y ahí está Leandro cada día, entre los fuegos, sacando a la cancha cada plato. Pionero y propulsor de la movida, Café San Juan se mantiene siempre surfeando en lo más alto de la ola.
Acá no se a va buscar decoración, sino comida mediterránea de primera. El chef Leandro Cristóbal conduce este bistró familiar con verdadera dedicación y ojo clínico para el producto. En eso, el rigor se impone: si no encuentra buen tomate en el mercado, por ejemplo, no hay platos con tomate en las pizarras. Se lucen las carnes no tradicionales como conejo, liebre o pescados de río. Destacan el paté, los escabeches y la pasta, todo fatto in casa y servido en porciones generosas. Cocina simple, con estilo refinado y texturas contrastantes. Precios muy razonables. Mesas abigarradas. Capacidad: 34 cubiertos.
(Av. San Juan 450, San Telmo / T. 4300-1112)

Caseros
A metros de Parque Lezama, este bistró es conducido por Santiago Leone y Silvia Trouilh (ex Mallmann y Faena), quienes abordan una cocina francesa, entre casera y profesional. La carta es breve, con predominio de vegetales y productos de mar, y completa en carnes aunque no hay parrilla. Los platos cambian cada dos meses. Rica la polenta a la plancha con hongos y el matambre de cerdo con endibias. Todo es blanco en este ambiente reducido con cocina a la vista. Lo único que le pone color son los centros de mesa hechos con hortalizas. Precio muy razonables. No más de 60 pesos por persona, más bebidas, claro. Es uno de los más nuevos entre los mejores restaurantes de autor que ofrece Buenis Aires. Capacidad: 45 cubiertos
(Av. Caseros 486, San Telmo / T. 4307-4729)

De Lira
Javier Avilés Lira trabajó un tiempo en San Pedro de Atacama antes de llegar a Buenos Aires y foguearse en las cocinas de Plaza Mayor y Sottovoce. Al abrir su boliche en el extremo sur de la ciudad volvió a los sabores de su país. En los mercados porteños consigue quinoa, buenos mariscos y el mejor lomo para preparar “a lo pobre” y reivindicar este y otros platos de la cocina popular chilena.
(Defensa 1336, San Telmo / T. 4300-3082)

El Casal de Catalunya
Cataluña está representada por su geografía: mar, bosque y montaña; de esos espacios agrestes extrae sus insumos para la cocina. Mariscos, peces, aves, cabritos, cochinillos, conejos, setas y hongos forman la base gastronómica, a veces incluso combinándose en un solo plato (por ejemplo, conejo con langostinos), y también incorporando el arroz. Existen singularidades como la paella de fideos o fideuá, que según la leyenda surgió en altamar siglos atrás, cuando a un grupo de marineros se le antojó, ante la ausencia de arroz, preparar una paella con fideos trozados. Otra peculiaridad son las salsas, que llevan tanta o más elaboración que los platos y constan siempre de ajo y tomate. De éstas cabe destacar el ali i oli (mayonesa curada en ajo y aceite) y la escalibada (berenjenas, pimientos asados y cebollas), que también se sirven como aperitivo acompañadas de pa amb tomàquet, lonjas frotadas en ajo, aceite de oliva y tomate. En cuanto a la pastelería se destacan los chocolates artesanales, como los producidos por la firma Sampaka.
Este clásico reducto funciona en el Centro Catalán. Algunos platos típicos son el pollo con cigalas, conejo con all i oli y chipirones a la plancha, aunque su emblema es el cochinillo que se corta con un plato y se comparte entre cinco personas. Otro clásico es la parrillada de setas, con gírgolas, portobellos, hongos de pino y champiñones. Para el postre, crema catalana (natilla con azúcar quemada) y sopa de frutos rojos, con moras y arándanos completos en su jugo.
Chacabuco 863, San Telmo / T. 4361-0191

El Desnível
Bom e barato, só não é lá muito bonito. Já não é mais um endereço frequentado apenas por portenhos. Hoje, principalmente aos domingos, fica tomado de turistas, que rumam para lá depois (ou antes) de visitar a clássica Feira de San Telmo, a poucos passos dali. Depois das 13h haverá uma boa fila, com toda a certeza. Boa oportunidade para provar as boas empanadas da casa, que ficam expostas no balcão. Mas, como boa parrilla, a especialidade são as carnes. O bife de chorizo tem muitos devotos: é um dos melhores da cidade, assim como as mollejas (o timo). Apesar da boa qualidade, os preços continuam camaradas, ainda mais diante da atual situação cambial. Mas tem uma inconveniência: não aceita cartão de crédito.
(Defensa 855, San Telmo. Tel. (11) 4300-9081)

Nonna Biana
Estados Unidos, 407, San Telmo, Buenos Aires.

Fonte:Planeta Joy, O Globo, Comidinha

Comer - Recoleta

LE SUD
Um francês com sotaque argentino. Escolha uma mesa na janela para poder acompanhar o movimento na charmosa Calle Arroyo, endereço de antiquários e galerias de arte. Desde o meio do ano quem comanda a cozinha é o chef francês Olivier Falchi, que manteve o estilo do restaurante: uma cozinha criativa de inspiração francesa com influência mediterrânea e ingredientes argentinos.

As carnes são um dos pontos altos do menu. O ojo de bife as costelas de vitela estão entre as especialidades, e tem uma ótima carta de vinhos. O menu muda radicalmente do almoço para o jantar. À tarde, uma boa pedida é o prato do dia servido com uma taça de vinho (por 80 pesos). À noite a coisa fica mais séria é a melhor escolha é o menu degustação de seis etapas (250 pesos, R$ 110), com cada um dos pratos harmonizados com vinhos da Catena Zapata.

Ostras en jalea de agua de mar cruzó de un restaurante a otro siguiendo a su chef. Nació en el Hotel Madero, cuando Olivier Falchi trabajaba allí. Y hoy está en Le Sud, Hotel Sofitel Arroyo, donde el mismo Falchi fue nombrado chef ejecutivo. Estas ostras logran mantener el delicado equilibrio entre la frescura de la materia prima y una técnica que le hace ganar en sabor. Es comer un bocado del mar de las costas bretonas, con su aroma a yodo, sal, viento y libertad. Precio: 35 pesos.

Le Sud: Arroyo 841 (Hotel Sofitel), Plaza San Martín.
Tel. 11) 4131-0130 www.sofitelbuenosaires.com.ar

LA BOURGONE
Localizado em pleno coração da Recoleta, no sofisticado Hotel Alvear, o La Bourgone é um dos mais conceituados, senão o mais renomado restaurante francês de Buenos Aires; o único Relais & Gourmand da Argentina. Sua deliciosa cozinha francesa e internacional é comandada pelo Chef Jean Paul Bondoux (o Chef também possui uma filial em Mendoza, dentro da Bodega Carlos Pulenta).

O ambiente é um pouco antiguado, o carpet e os móveis são bem anos 80. Por outro lado, os pratos são impecáveis, muito bem apresentados, com ingredientes de alta qualidade e um sabor incomparável; capaz de desarmar até mesmo o mais feroz dos críticos. E o piano de cauda, nas mãos certas, deixa o ambiente bem agradável. Sem dúvida, uma visita altamente recomendada, se não fosse por um ponto: o preço elevado.

Os pratos principais giram em torno de $130, as entradas $90 e uma pequena garrafa de água (Evian) não sai por menos de $18, mas se o seu orçamento permitir uma extravagância dessas, vá em frente e aproveite cada minuto. Antes de começar a refeição, não deixe de provar os pães. Com uma variedade e o sabor excepcionais eles estão longe de ser um simples couvert.

Para entrada, que tal uma Terrine de Foie Gras ($128)? Como prato principal Trilogia de Cordeiro ($128) é fantástica; uma oportunidade única de saborear, em um mesmo prato, três diferentes cortes e preparos da carne de cordeiro. Uma interpretação mais sofisticada para os tradicionais cortes de gado pode ser experimentada no delicioso Ojo de Bife ao molho de Cognac e vegetais ($122); uma carne suculenta e macia, acompanhada por um molho aromático e vegetais no ponto exato.

A carta de vinhos é bem diversificada, contudo os preços são altos para o padrão portenho, alguns bons Malbec, por exemplo, podem começar por volta de $95. As sobremesas e o carrinho de queijos são um capitulo a parte, peça o Sorvete de Figo com Peras Confitadas ($66).

Quesos - Recomendar la mesa de quesos de La Bourgogne no busca desmerecer la impecable cocina de Jean Paul Bondeaux, uno de los más grandes (y caprichosos) chefs del país. Pero la mesa de quesos es fantástica y muy superior a la de otros restaurantes (sólo le compite la del Palacio Duhau, donde es algo avasallante).

En La Bourgogne, la mesa de quesos está a la vista, y se le acerca al comensal para que elija los que quiere. No sabemos cómo hacen, pero cada queso está siempre en su madurez justa. Sea nacional o importado, blando o duro, de proveedor pequeño y o grande. Se nota la cuidada selección, el equilibrio entre variedades. Diez puntos.

La Bourgogne - O segundo melhor da cidade, fica no Alvear. Mas tem uma vantagem. Enquanto a casa da família Concaro funciona em um hotel decadente, o chef Jean-Paul Bondoux trabalha no hotel mais tradicional da cidade, o Alvear. Isso faz de um jantar no La Bourgogne uma experiência inesquecível em todos os aspectos. A começar pelo serviço impecável, pelo ambiente elegante e romântico, muito propício para uma refeição a dois.

Mas o que importa é a comida. E ela é levada a sério. Para isso são usados ingredientes nobres, de trufas e foie gras a carnes de caça, como a perdiz e o javali. A matéria-prima de primeira qualidade é muito bem trabalhada na cozinha, resultando em pratos criativos, como ostras frescas com caviar e shot de maçã verde. Antes da sobremesa peça pelo carrinho de queijnhos. E, depois dela, não dispense os chás preparados com produtos frescos.

Ayacucho, 2027 – Recoleta
Tel. 4808-2100 / 4805-3857
Fonte: Joy e qVinho

L’ABEILLE
Uno de los bares más sofisticados de la ciudad, situado en la calle Arroyo, una de las más elegantes de Recoleta, en el mismo edificio donde funcionaba la disco Mau Mau. Aquí la comida se sirve para acompañar el té de la tarde (excelentes dulces y pâtisserie), o los tragos en la fastuosa barra del subsuelo. Sándwiches, blinis y un exclusivo caviar ossetra uruguayo que se cobra a precio de oro. Un lujo que vale la pena.
(Arroyo 872, Recoleta / T. 4314-2213)

La Cabaña (argentino)
(Calle Rodriguez Peña, 1967, 4814-0001; 2ª/sáb 12h30/0h, dom 12h/16h; Cc: A, D, M, V)
Celebrado na Calle Entre Rios nos idos anos 1930 até 1996, o La Cabaña reencontrou-se com o glamour em 2003, ao ser reaberto na Recoleta pela mesma rede do Copacabana Palace. Lustres coloniais, cadeiras de couro e até um par de bois empalhados, colocados logo à entrada, recriam a decoração pampeana da antiga casa. O menu, mais caro que a média parrillera, inclui cortes de kobe beef. $$$$

Resto (francês)
(Calle Montevideo, 938, 4816-6711; 2ª/4ª 12h/15h, 5ª/6ª 20h30/23h)
Pequena e acolhedora, a casa, que funciona dentro da Sociedade Central de Arquitetos, atende no máximo 30 pessoas por vez – para o jantar, reserve. O atendimento é tão cuidadoso quanto o preparo das receitas, caso da codorna recheada com acelga e amêndoas e do peito de pato com galette de batatas e pera assada. Como sobremesa, experimente o sorvete de ameixa. $$$

Duhau (variado)
(Hotel Palácio Duhau Park Hyatt)
(Avenida Alvear, 1661, 5171-1340; 3ª/sáb 20h30/0h; Cc: A, D, M, V)
É o restaurante mais requintado desse lindíssimo hotel, instalado num palácio de 1934. Mas não espere nenhuma antiguidade por ali: a decoração é bem atual, com sofá de veludo vermelho, lustre que mais parece obra de arte, luz indireta e música clássica ambiente. O cardápio tem duas vertentes, uma que beira a cozinha contemporânea e outra, mais segura, com boas carnes assadas na parrilla. Depois de comer, aproveite para dar uma volta no belo jardim do hotel. $$$$$

El Almacén de Los Milagros (variado)
(Avenida Presidente Manuel Quintana, 210, 4814-0533; 2ª/sáb 8h/0h; Cc: A, M)
Bistrô clean e descontraído, exala frescor da decoração com livros de culinária ao atendimento jovial. Funciona como café ao longo do dia, com menu de matinais no alvorecer e de pratos rápidos no almoço. À noite, a vocação gourmet se explicita no cardápio enxuto à base de ingredientes como cordeiro, pato, peixe e massas. $$$

Gioia (Hotel Palácio Duhau Park Hyatt) (variado)
(Calle Posadas, 1350, 5171-1330, buenosaires.park.hyatt.com; 12h30/15h e 19h30/0h; Cc: A, D, M, V)
O restaurante mais informal do Park Hyatt é, de fato, uma joia da Recoleta. Nas mesas do elegantíssimo terraço, contempla-se um jardim em aclive que conduz o olhar para o Palácio Duhau, o pedaço mais chique do hotel. Aberto também para café da manhã e jantar, o Gioia monta uma respeitável mesa de antepastos no almoço, repleta de iguarias como jamón serrano, queijo gruyère e camarões graúdos. O festim pode acompanhar um prato quente e incluir o bufê de sobremesas. $$$$

L’Orangerie (Hotel Alvear) (variado) (brunch)
(Avenida Alvear, 1891, 4808-2100; 12h/15h30; Cc: A, D, M, V)
É badalado desde a inauguração desse clássico hotel, nos anos de 1930. Aberto para café da manhã, almoço e concorrido chá da tarde, o restaurante mantém a boa fama com ingredientes frescos e de qualidade. O brunch de domingo, servido com reverência no salão Luís XV ou no agradável pátio, é a refeição mais cara e emblemática da casa: bufês de entradas, de queijos, de carnes e de frutos do mar deixam os clientes sem saber por onde começar. $$$$$

Comer un brunch en este restaurante del Alvear Palace Hotel no es cosa de todos los días. No sólo por su precio ($260), sino porque la calidad de la comida y la bebida dan ganas de comer hasta engordar mucho. El precio da acceso al buffet y también a las bebidas que son libres e incluyen exquisitos blancos, tintos, y espumantes. Cubiertos de plata, excelente cristalería, maitres, sommeliers y varios mozos dan la pauta del servicio que se brinda.

Hay una gran selección de entradas frías con quesos y fiambres, mariscos, sushi, croissants y varios productos de panadería. De principales, magret de pato con salsa de ron, trucha salmonada con croute de cítricos, o rack de cordero patagónico en salsa de Martini. Para los golosos, una oferta de mini patisserie que vuelve loco a cualquiera con cheesecake de maracuyá, torta de mousse de chocolate con praliné de avellanas, tacitas con tiramisú. Un señor brunch que vale la pena probar al menos una vez en la vida

(Av. Alvear 1891, Recoleta / T. 4808-2100 int.1643)


EL SAN JUANINO (empanadas)
A melhor empanada de Buenos Aires. O endereço original é o Barrio Norte. Mas, turisticamente falando, o que importa é a filial da Recoleta, na Calle Posadas, logo atrás do Alvear e a poucos passos da praça - essa proximidade torna praticamente inviável a visita aos sábados, quando uma feira de artesanato deixa a região entupida de gente, e muitos vão lá matar a fome.

As empanadas, servidas em várias versões, são as melhores de Buenos Aires: carne picante e choclo (milho) estão entre as mais recomendáveis. Mas os predicados da casa não se resumem ao salgado mais emblemático da Argentina: outros pratos típicos também são preparados com esmero.

Uma das especialidades são os tamales, o equivalente à nossa pamonha, com recheio de carne. Outra boa pedida é o locro, espécie de feijoada de milho branco. Tudo ótimo. Mas evite as tardes de sábado, porque a fila é grande. Ou reserve.

El Sanjuanino: Posadas 1.515, Recoleta. Tel. (11) 4804-2909 www.elsanjuanino.com

Quebec (confeitaria)
El dorado es sinónimo de glamour de antaño en cualquier confitería que se precie. Y la confitería instalada desde 1964 en la esquina de Callao y Arenales no iba a ser menos. Con una caótica exposición de bocaditos dulces y salados, y tortas como la Selva Negra borracha con picos de chocolate, firuletes de crema y cerezas al marrasquino. Hay postre Balcarce, torta de ricota y un intento de modernización con budines de coco y dulce de leche. A la hora del salado, memorable la torta rusa y los pletzalej. Lindas mesitas para sentarse y tomar un té con masas. Dato de color: Rolo Puente es un cliente habitual.
(Avenida Callao y Arenales, Recoleta)

La Exposición (confeitaria)
Ocupa una de las esquinas más paquetas de la ciudad (Juncal y Libertad). Si bien su aspecto parece venido menos, nunca perdió su reconocida fama en la elaboración de productos de confitería. Aquí, las especialidades son varias. Los sándwiches de miga tienen una amplia variedad de ingredientes para elegir. La crema pastelera es la gloria de la tarta de frutillas y las facturas vienesas de manzana se agotan antes del mediodía. Para destacar: todas las tardes, se reparten canastos con pan del día a personas carenciadas.
(Libertad 1299, Recoleta)

L’ORANGERIE (brunch)
Con la pompa y la circunstancia del ambiente diplomático (los lectores de Graham Greene o John Le Carré saben que las intrigas internacionales nunca se discuten en las embajadas o en las reparticiones públicas, siempre en los bares de los grandes hoteles), el salón del Alvear Palace sirve el brunch más tradicional de Buenos Aires. A $380 por comensal (ojo, se reserva con seña del 50% y se pide una tarjeta de crédito), aquí mandan las divisas fuertes y el muestrario de nacionalidades: caviar ruso, salmón japonés, panceta estadounidense, ñandú pampeano o café brasileño, todos en un “menú de estaciones”, como dice el chef, “para saborear mariscos, frutos de mar, carnes de caza y los más exquisitos postres”. En el estricto dress code se adivina la clase genuina: se exige vestuario “formal o elegante sport” aun en el mediodía del domingo, porque en el afrancesado salón los cubiertos de plata se empuñan con el protocolo que delata toda una vida de agasajos en las recepciones del embajador.
(Alvear 1891, Recoleta / T. 4808-2100)